A Mari viu: A Fabulosa Gilly Hopkins


O filme A Fabulosa Gilly Hopkins é feito para todas as idades, com cenários coloridos e personagens cativantes; mas engana-se quem acha que por isso ele trata de um tema leve e bobo.

Galadriel Hopkins, Gilly para os mais íntimos, é uma jovem espirituosa, muito inteligente e decidida. Desde nova vem
Pulando de lar em lar adotivo, sempre sendo “devolvida”... E isso tem um motivo.

Não, Gilly não é má, ela apenas quer poder encontrar sua mãe, que manda cartão postal para ela dizendo o quanto gostaria que estivessem juntas e que é uma pena não poderem. Com essa esperança, a menina recusa-se a vincular a uma família adotiva. Afinal, “para que se minha mãe me quer?”.

Pois é... O que ela não nota, como criança que ainda é, é que se as palavras da mãe fossem verdadeiras, ela não estaria em outro lar adotivo com sua mãe ciente do novo endereços.

É nesse novo lar adotivo, entretanto, que ela irá aprender as maiores lições da vida dela. Tudo isso, na casa da queridíssima Maime Trotter.

A Fabulosa Gilly Hopkins trata, de uma forma surpreendente leve para um tema tão pesado, sobre a dor do abandono; o desejo de se conectar com suas origens familiares; a importância das amizades e as consequências que nossas atitudes podem trazer não apenas para nós como também para outros (consequências nem sempre positivas). Foi um filme que mesmo com sua musica alegre, conseguiu arrancar algumas lágrimas de meus olhos. Vale a pena ver!
Sinopse: “Gilly Hopkins sempre foi rebelde, já morou em vários lares adotivos e pensa que vai ficar com Maime Trotter por pouco tempo; mas ela não perde por esperar.”

Nascida em 1983, carioca, casa. Bacharel em Fonoaudiologia, licenciada em Letras-Inglês e pós graduada em Psicopedagogia. É revisora literária e autora da obra A Beleza de um Cacto.

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