Devaneios da Bel - Livros de Suspense



Quem acompanha minhas postagens sabe que adoro livros de suspense, thriller e mistério, de preferência policial, difíceis de descobrir os vilões antes da última página. A história do gênero é cheia de grandes nomes, escritores que dedicaram toda a carreira a produzir obras que prendem os leitores em tramas de tirar o fôlego, e cada leitor tem sua lista de melhores autores de todos os tempos.
Minha lista não é de melhores de todos os tempos, ou de meus prediletos, ou qualquer coisa assim, mas são livros que me tiraram do lugar comum e mostram que suspense depende do momento em que estamos lendo.
São 15 livros – 10 estrangeiros e cinco nacionais – que eu considero bons para quem ainda não conhece o gênero e quer se aventurar por ele.
Vamos aos livros:

1 - Identidade Roubada - Chevy Stevens


Título original: Still Missing
Tradução: José Roberto O’shea
Número de páginas: 320
Editora: Arqueiro

Era para ser um dia como outro qualquer na vida de Annie O’Sullivan. A corretora de imóveis levanta da cama com três objetivos: vender uma casa, fazer as pazes com a mãe e não se atrasar para o jantar com o namorado.Naquele domingo, aparecem poucas pessoas interessadas em visitar o imóvel. Quando Annie está prestes a ir embora, uma van estaciona diante da casa e um homem sorridente vem em sua direção. A corretora tem certeza de que será seu dia de sorte. Mas o inferno está apenas começando.Sequestrada por um psicopata, Annie fica presa durante um ano inteiro em um chalé nas montanhas, onde vive um pesadelo que deixará marcas profundas.Construído de maneira extremamente original, Identidade roubada é o relato visceral que Annie faz à sua terapeuta dos 365 dias em que ficou à mercê do homem a quem chamava de Maníaco.As memórias que vêm à luz ao longo de 26 sessões de análise são intercaladas com a história de sua vida desde que conseguiu escapar do chalé: a luta para superar seus medos e se reencontrar, a investigação policial para descobrir a identidade do sequestrador e a sensação perturbadora de que seu martírio ainda não acabou.Em sua estreia, Chevy Stevens cria uma heroína inesquecível que, depois de sobreviver a uma experiência devastadora, precisa descobrir a verdade para se libertar.Surpreendente e avassalador desde a primeira página, este thriller psicológico entrou na lista de mais vendidos do The New York Times e foi finalista dos conceituados prêmios Arthur Ellis e International Thriller of the Year.

Por que recomendo? 
Não é apenas um thriller com quem é o vilão, é a luta de uma vítima para deixar essa condição e as memórias que ela tenta tornar menos limitantes.


2 - A Tristeza do Samurai - Víctor del Árbol

Título original: La Tristeza Del Samurái
Tradução: Eduardo Brandão
Páginas: 456
Editora: Companhia das Letras

A advogada María Bengoechea se tornou conhecida por ter colocado detrás das grades o inspetor César Alcalá, num ruidoso caso ocorrido em Barcelona nos anos 1970. O escândalo, que ela considerava completamente resolvido, ressurge quase dez anos depois, quando María descobre que outros nomes estavam envolvidos - o de um político com passado sombrio, mas também o de seu próprio marido, um homem machista e violento, e até mesmo o de seu pai, um ermitão que se especializou em forjar espadas. Enquanto María investiga um rastro de sangue e silêncios, torna-se clara a relação com uma tentativa de assassinato de Guillermo Mola, um falangista, ocorrida quarenta anos antes, armado em parte pela sua esposa, Isabel. Pouco a pouco, torna-se claro como a vida destas duas mulheres fortes e corajosas estão interligadas.Ao reconstruir a Espanha da época do regime totalitário de Franco, e também do período da redemocratização, Victor del Árbol mostra como a linha de pensamento autoritária ainda persistia nas atitudes de muitos espanhóis no poder. A tristeza do samurai é, ao mesmo tempo, um romance policial cheio de reviravoltas e uma reflexão histórica sobre como as ações do passado repercutem no presente.
Por que recomendo? 

Saindo do eixo Estados Unidos – Inglaterra, onde os mais conhecidos nomes do suspense estão sempre nas listas, temos um espanhol que usa como pano de fundo para seu livro a época da ditadura que tomou conta do país. É um livro que brinca com “passado” e “presente”, sem desperdícios, sem exageros. Envolve o leitor em uma trama que se mostra mais real do que gostaríamos de admitir ser possível.


3 - Alfabeto dos Ossos - Louise Welsh

Título original: Naming the Bones
Tradução: Bruna Hartstein
Páginas: 462
Editora: Bertrand Brasil

Alfabeto dos ossos apresenta a busca incessante de um professor universitário, Murray Watson, por informações sobre um poeta controverso, Archi Lunan, que há décadas publicou apenas uma obra. Murray, fã desde que era jovem, até hoje não entende por que só um livro foi publicado, mesmo que este tenha recebido elogios, e por que Lunan sumiu logo após a publicação. O livro expõe também como é restrito e corporativista o círculo literário britânico. Ao investigar a vida de Lunan, Murray depara-se com o descaso de professores, de escritores, de bibliotecários, entre outros.
Por que recomendo? 
Somos mais importantes do que nossas obras ou nossas obras são mais importantes do que quem as produz? Louise nos obriga a mergulhar em dilemas humanos conflituosos para tentar entender a importância da arte.


4 - Sexta-feira o Rabino Acordou Tarde - Harry Kemelman

Título original: Friday the Rabbi Slept Late
Tradução: Kátia Maria Orberg e Eliane Fittipaldi Pereira
Páginas: 240
Editora: Companhia das Letras

Na quinta-feira, o rabino David Small ficou estudando no templo até altas horas. Na sexta de manhã, encontraram o cadáver de uma moça ao lado do templo - e a bolsa dela estava dentro do carro do rabino. É assim que o religioso de aparência descuidada, nada bajulador e cultor de um pensamento crítico rigoroso se envolve numa trama policial, justamente quando seu contrato com a comunidade judaica corre o risco de não ser renovado. Feliz combinação de história de detetive e crônica de costumes, temperada com alguns deslizes sexuais e certa falta de escrúpulo, este delicioso romance de Harry Kemelman coloca em cena um dos mais inusitados e argutos detetives da literatura policial.

Por que recomendo? 
Estados Unidos, anos 1960, detetive? Um rabino recém-chegado a uma típica cidade yankee e que tem como melhor amigo um delegado protestante. Harry Kemelman criou um detetive simples, quase sempre simpático e que tem uma mente aguçada, cujo método de resolução de crimes é dos menos ortodoxos possível: ele usa os ensinamentos talmúdicos para entender as motivações por tais dos crimes e com isso chegar aos culpados.



5 - Louca Obsessão - Stephen King

Título original: Misery
Tradução: Elton Mesquita
Páginas: 328
Editora: Companhia das Letras

"Paul Sheldon descobriu três coisas quase simultaneamente, uns dez dias após emergir da nuvem escura.A primeira foi que Annie Wilkes tinha bastante analgésico. A segunda, que ela era viciada em analgésicos.A terceira foi que Annie Wilkes era perigosamente louca."Paul Sheldon é um famoso escritor reconhecido pela série de best-sellers protagonizados por Misery Chastain. No dia em que termina de escrever um novo manuscrito, decide sair para comemorar, apesar da forte nevasca. Após derrapar e sofrer um grave acidente de carro, Paul é resgatado pela enfermeira aposentada Annie Wilkes, que surge em seu caminho.A simpática senhora é também uma leitora voraz que se autointitula a fã número um do autor. No entanto, o desfecho do último livro com a personagem Misery desperta na enfermeira seu lado mais sádico e psicótico. Profundamente abalada, Annie o isola em um quarto e inicia uma série de torturas e ameaças, que só chegará ao fim quando ele reescrever a narrativa com o final que ela considera apropriado. Ferido e debilitado, em Misery – Louca obsessão, Paul Sheldon terá que usar toda a criatividade para salvar a própria vida e, talvez, escapar deste pesadelo.

Por que recomendo? 
Stephen King. Mestre da arte de incomodar o leitor, mostrando que uma porta não é só uma porta, que uma loja mal-assombrada é na verdade a casa de vampiros dementes e que a estrada para a perdição é real. Misery rendeu um filme que é mais instigante que o livro que o inspirou.


6 - O Cirurgião - Tess Gerritsen


Título original: The surgeon
Tradução: Sylvio Gonçalves
Páginas: 247
Editora: Record

Tess Gerritsen é a nova revelação norte-americana do thriller médico. Aclamada por seus fãs como uma versão feminina de Robin Cook, seus romances chegaram às principais listas de mais vendidos nos EUA. O CIRURGIÃO, seu primeiro romance publicado no Brasil, teve os direitos de publicação vendidos para vários países, entre eles Alemanha, França e Itália. O livro narra a história de um serial killer que invade o quarto de mulheres à noite para dissecá-las vivas, arrancando seus úteros.

Por que recomendo? 
“O mal não morre”, Tess é uma médica legista que virou escritora e criou uma... médica legista que desvenda crimes em parceria com uma detetive da polícia. Os livros de Tess são tão reais que já encontrei várias notícias de jornal contando casos parecidos com seus livros.


7 - O Silêncio dos Inocentes - Thomas Harris

Título original: The Silence of the Lambs
Tradução: Antônio Gonçalves Penna
Páginas: 392
Editora: Record

“Thriller psicológico brilhantemente construído.” Associated Press “A trama de suspense é muito bem estruturada por Harris até o clímax.” The Washington Post Cinco mulheres são brutalmente assassinadas em diferentes localidades dos Estados Unidos. Para chegar até o sanguinário assassino. a jovem agente do FBI. Clarice Starling. entrevista o ardiloso psiquiatra Hannibal Lecter. cuja mente psicopata está perigosamente voltada para o crime. Ao seguir as pistas apontadas pelo Dr. Lecter. Clarice envolve-se em uma teia mortífera surpreendente. O texto de Thomas Harris é arrepiante. Em 1991. a adaptação para o cinema de O silêncio dos inocentes com Anthony Hopkins e Jodie Foster nos papéis principais rendeu ao filme cinco estatuetas do Oscar.

Por que recomendo? 
Thomas Harris é um mestre do suspense psicológico – em um nível diferente de King – e criou um personagem tão mentalmente insano que tem uma série só dele. Hannibal Lecter é um vilão, um psicopata que fatia pessoas e as come, além de servir partes para seus convidados, mas que além disso é um homem super inteligente, charmoso e cativante. Difícil admitir que mesmo ele sendo “cultural e religiosamente” contra tudo o que acreditamos nós leitores nos apaixonamos por ele.


8 - O Nome da Rosa - Umberto Eco

Título original: Il Nome della Rosa
Tradução: Aurora Fornoni Bernardini e Homero Freitas de Andrade
Páginas: 574
Editora: Record

Um estudioso descobre casualmente a tradução francesa de um manuscrito do século XIV: o autor é um monge beneditino alemão, Adso de Melk, que narra, já em idade avançada, uma perturbante aventura da sua adolescência, vivida ao lado de um franciscano inglês, Guilherme de Baskerville. Estamos em 1327. Numa abadia beneditina reúnem-se os teólogos de João XXII e os do Imperador. O objecto da discussão é a pregação dos Franciscanos, que chamam a igreja à pobreza evangélica e, implicitamente, à renúncia ao poder temporal. Guilherme de Baskerville, tendo chegado com Adso pouco antes das duas delegações, encontra-se subitamente envolvido numa verdadeira história policial. Um monge morreu misteriosamente, mas este é apenas o primeiro dos sete cadáveres que irão transtornar a comunidade durante sete dias. Guilherme recebe o encargo de investigar esses prováveis crimes. O encontro entre os teólogos fracassa, mas não a investigação do nosso Sherlock Holmes da Idade Média, atento decifrador de sinais, que através de uma série de descobertas extraordinárias, conseguira no final encontrar o culpado nos labirintos da Biblioteca.

Por que recomendo? 
Um dos melhores e mais importantes semiólogos de todos os tempos cria um personagem que homenageia Sherlock Holmes e Watson, em plena Idade Média, com subtextos que nos fazem tecer comparações com o momento atual do mundo. Só isso!


9 - Dália Negra - James Ellroy


Título original: The Black Dhalia
Tradução: Cláudia Sant’Ana Martins
Páginas: 448
Editora: Record

Romance de estreia de James Ellroy, prenúncio de uma das carreiras mais brilhantes da ficção policial moderna, Dália negra é uma obra-prima que retrata a brutalidade de um crime hediondo, verídico. Em 15 de janeiro de 1947, o corpo torturado e estuprado de uma bela jovem é encontrado num terreno baldio de Los Angeles. A vítima aparece nas manchetes como a Dália Negra, e a busca por seu assassino transforma-se na maior caçada humana da história da Califórnia. Obcecado por este assassinato, James Ellroy dedicou-se durante anos a investigar por conta própria os detalhes do crime. “Ia de ônibus até a biblioteca pública. Pesquisei tudo sobre a vida e a morte da Dália Negra. Pesadelos com a Dália me vinham em grupos intermitentes” confessa o autor em sua autobiografia Meus lugares escuros. O jovem Ellroy percebeu que sua obsessão pelo caso e a paixão pela ficção policial podiam lhe render algo mais, e começou a escrever sobre um assunto que conhecia como poucos: a Dália Negra. Este maravilhoso romance noir logo se tornou um grande sucesso e inspirou o filme dirigido por Brian De Palma e estrelado por Scarlett Johansson, Aaron Eckhart e Josh Hartnett.

Por que recomendo? 
Porque desde que li a primeira menção ao assassinato cruel da Dália Negra que o crime me fascina e James Ellroy conseguiu produzir uma obra que não deixa nada a desejar em relação a investigação aliada a imaginação.


10 - O Talentoso Ripley – Patricia Highsmith

Título original: The Talented Mr. Ripley
Tradução: Álvaro Hattnher
Páginas: 320
Editora: Companhia das Letras

Tom Ripley sobrevive de trambiques em Nova York. Ele e especialista em forjar documentos, além de ter um talento extraordinário para imitar personalidades e características pessoais. Vive tentando escapar das investidas da polícia nova--iorquina, enquanto sonha com uma vida fácil. Certo dia, o milionário senhor Greenleaf o procura, supondo que Ripley seja um grande amigo de seu filho Dickie.Greenleaf lhe oferece uma viagem a Europa para tentar trazer Dickie de volta aos Estados Unidos - o rapaz leva uma vida mansa no litoral italiano, longe da família. Ripley aceita a missão e começa a fazer planos de como aproveitar a viagem e se dar bem na Europa.

Por que recomendo? 
Porque a autora entrou na cabeça de um sociopata e nos fez cair de amores por ele.


Nacionais:

O Escaravelho do Diabo – Lúcia Machado de Almeida

Páginas: 192
Editora: Ática

A única pista que Alberto tem sobre a série de assassinatos que está acontecendo é que vítimas ruivas recebem um escaravelho pelo correio antes de morrer. Ele precisa descobrir o que está por trás desses crimes misteriosos antes que outras mortes ocorram na cidade.

Por que recomendo? 
Poderia alegar memória afetiva, mas fico com a resposta mais lógica, é um dos melhores suspenses que já li, é infanto-juvenil, com linguagem fácil e objetiva, mas que prende o leitor e dá pena chegar ao final.


O Mistério do Cinco Estrelas – Marcos Rey e Alê Abreu

Páginas:
Editora: Global

O que você faria se visse um cadáver embaixo de uma cama? Léo, mensageiro do Emperor Park Hotel, um cinco estrelas que hospeda muita gente poderosa, viu um no quarto 222. Leo desceu para o saguão desejando que ninguém o chamasse. Precisava contar ao Guima o que vira no 222.Ao abrir a boca e começar a investigar, passou a viver dias cheios de suspense e surpresas. Teve de vencer a paralisia do pesadelo para erguer os lençóis sobre o carrinho. Logo encontrou alguma resistência e viu uma mancha de sangue. Como um boneco de cera, as pernas dobradas, Leo viu o cadáver, o mesmo homem de cara de índio... E viu-se envolvido numa trama bastante perigosa, arquitetada por pessoas bastante inescrupulosas. Vou sair daqui e chamar o gerente, decidiu Leo, aterrorizado, e começou a andar de costas (...) e no mesmo instante com uma velocidade sideral qualquer coisa o atingiu na cabeça. Perdeu os sentidos. De tirar o fôlego da primeira à última página.

Por que recomendo? 
Esqueça o rótulo medonho – e que afasta uma penca de leitores mais pedantes – de literatura infanto-juvenil. Marcos Rey construiu um suspense com conteúdo, cheio de reviravoltas e com personagens cativantes. Que por um acaso é mais indicado para quem tem menos de 20 anos.


O Silêncio da Chuva – Luiz Alfredo Garcia-Roza

Páginas: 262
Editora: Companhia das Letras

No centro do Rio de Janeiro, Ricardo Carvalho, executivo de uma grande empresa, é encontrado morto, com um tiro na cabeça, ao volante do seu carro. Além do tiro, não há qualquer outro sinal de violência. Uma morte limpa e um cadáver irrepreensivelmente composto.Como é possível ninguém ter visto nada, ninguém ter ouvido o tiro! Afinal, o crime foi cometido ao fim da tarde, justamente quando o movimento é mais intenso, quando os escritórios se esvaziam e as pessoas voltam para casa.
Quando quer refletir, o inspetor Espinosa, encarregado de investigar o caso, costuma sentar-se num banco frente ao mar. E a verdade é que tem muito em que refletir. De um lado, um morto surgido no anonimato de um edifício-garagem; do outro, à luz do dia e ao ar livre, os protagonistas do drama parecem multiplicar-se, o que não contribui para o esclarecimento do caso. Tudo se complica ainda mais quando ocorre outro assassínio e algumas pessoas começam a desaparecer.O Silêncio da Chuva, uma sofisticada história de crime, sexo e corrupção, apresenta aos leitores portugueses o inspetor Espinosa, um detective fora do comum, com a alma de um filósofo e o coração de um romântico e experiência que baste para saber que as coisas raramente são o que parecem à primeira vista.

Por que recomendo? 
Oras, além de ser um livro que retrata com carinho a cidade do Rio de Janeiro, é um romance policial que usa uma cidade iluminada e feliz para mostrar o lado sombrio das pessoas.


Ruben Fonseca

Aqui não indico um livro, mas um autor. Gosto de vários, acho que se fosse um autor inglês ou norte-americano seria idolatrado e incensado como gênio, sendo brasileiro as pessoas olham com condescendência. Romancista e contista tem um estilo direto, diria até mesmo “brutal” ao narrar suas histórias. São vários os (bons) livros, podem escolher:
Feliz Ano Novo
O Caso Morel
Agosto
Histórias Curtas


Enterro dos Ossos – Renata Maggessi

Páginas: 235
Editora: Editora Coerência

Um crime do passado. Um jovem advogado em busca da sua identidade. Um policial que precisa desvendar o enigma e um criminoso que prima pela perfeição. Crime, mistério e tensão. O tempo está passando. Você é suficientemente simétrica?

Por que recomendo? 
Porque depois da primeira linha é impossível largar antes do fim.

Nascida em 1972, em Volta Redonda - RJ, jornalista, escritora, curiosa, observadora e que ama conversar com as pessoas e ouvir suas histórias. Escrever é mais quem um hobby para ela, é um vício. Um bastante saudável até. E para mantê-lo é preciso ler, ler muito e depois ler mais um pouco. Além de assistir muitos filmes e de conversar com muitas pessoas - na fila do banco, do mercado, na pr

Um comentário

  1. Eu amei a sua lista, gosto bastante de suspense também, mas acredita que ainda não li nenhum desses títulos. O que mais quero ler é O nome da rosa, mas todos os demais também despertaram o meu interessante, especialmente os nacionais.

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