Entrevista: Ananda V.





Baiana, autora da série de livros “O Círculo dos Imortais”, desde pequena fascinava-se por histórias de gêneros fantasiosos e ao ganhar uma competição de historinhas, aos oito anos, percebeu o quanto amava a arte da escrita.



Após colocar no papel os primeiros parágrafos de uma obra experimental, percebeu que aquilo não era apenas um passatempo muito prazeroso, mas uma necessidade tão forte quanto precisar de ar para respirar. 


Atualmente, além de cuidar dos bichos de estimação, Ananda divide seu tempo entre os mais diversos tipos de art: escrever, desenhar e cantar em uma banda de Metal/Hardcore chamada Born of Desire.



Vamos à entrevista:




Conchego: Quando você percebeu que os mundos criados por você não cabiam mais dentro da sua imaginação e precisavam ter “vida própria”?

Ananda V.: Acho que foi quando eu percebi que ler não era suficiente. Eu precisava também dar vida aos meus universos e vozes dentro da minha cabeça. Comecei como qualquer autor de gaveta, escrevendo para mim mesma.

Conchego: Dentro da cultura, algumas manifestações são mais bem vistas que outras, assim como alguns gêneros. Você já sofreu algum tipo de preconceito por conta do gênero que escreve?

Ananda V.: Não diretamente, mas suponho que o gênero fantasia seja um pouco banalizado, ou tido como “literatura de entretenimento”, mas acredito que as pessoas passam sim tirar boas lições do mundo da ficção.

Conchego: Quando nasce o título? E mais importante, como ele surge? Pesquisa, de dentro do livro, sugestão de alguém que está lendo?

Ananda V.: Quando eu busquei pelo título, queria sintetizar tudo que a trilogia significava. Com ajuda de um amigo, cheguei ao nome da trilogia e do primeiro volume.

Conchego: De todas as personagens que já escreveu, qual seu favorito e qual gostaria de matar?

Ananda V.: Eu amo mais de um! Haha
Acho que escolheria Melissa, Lester, Liam e Gael (esse é novo).
Não mataria nenhum deles. Me dói o coração pensar em assassiná-los!

Conchego: Todo mundo tem uma rotina, mesmo que seja não ter uma, nos conte um pouco sobre a sua. Que horas é melhor para você escrever? Gosta de música ou prefere o silêncio?

Ananda V.: Eu costumo escrever sempre que possível. Há momentos que prefiro uma trilha sonora selecionada, e há momentos em que o silêncio fala mais do que qualquer melodia.

Conchego: Na hora da criação é “papel e caneta”, software de criação ou que tiver mais acessível?

Ananda V.: O que estiver acessível!

Conchego: Seus livros nascem únicos ou séries? O que prefere, um livro único, mesmo que grande, mas que conte toda a história de uma vez ou série?

Ananda V.: Eu gosto de séries, pois gosto de acompanhar o crescimento dos personagens e o desenrolar do enredo. Inicialmente, optei por uma trilogia, mas pretendo trabalhar em volumes únicos agora.

Conchego: Qual foi, até hoje, o momento de maior emoção, tanto positiva quanto negativa, que a literatura já te trouxe?

Ananda V.: Uma das maiores emoções é poder trocar figurinhas com os leitores, conhecê-los, rir, chorar... Acho que ainda não tive contato com a negatividade no mundo literário.

Conchego: Com a proximidade proporcionada pelas redes sociais e plataformas de compartilhamento, como é a convivência com os fãs? Eles influenciam a confecção de uma obra?

Ananda V.: Sim! É uma dádiva poder falar com eles. E sim, eles ajudam muito, afinal, o que é um escritor sem leitores?

Conchego: Todo escritor gosta de ler, quais seus gêneros e autores prediletos?

Ananda V.: Eu gosto de ler muita coisa, independente do gênero. Se me fisgar, tô dentro. Ultimamente, tenho me interessado muito pelos títulos do Stephen King.




Sinopse do Skoob: Um bar esquecido pelo tempo chamado Devil's Throat — o Gênesis da queda de Melissa Saccer, uma garota que tem sido atormentada por um pesadelo do qual não se recorda ao abrir os olhos. Há centelhas de memórias, passagens de um conto de Edgar Allan Poe, mas nada substancial que possa lhe ajudar.

William, um forasteiro enigmático que se comporta como um cavalheiro inglês da época vitoriana. Quantos segredos ele esconde por trás da imensidão de seus olhos azuis?

Nessa jornada sombria e solitária que Melissa enfrentará, nada é como parece ser. A verdade, a mentira, o mal e o bem tem múltiplas faces, pontos de vista conflitantes. Esteja preparado para se apaixonar, mas, acima de tudo, esteja preparado para a queda.

Veja a resenha feita pelo blog: Aqui








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    4 comentários:

    1. Olá tudo bem???
      Eu gosto muito de ler entrevistas e conhecer um pouco os autores, mas confesso que fiquei meio receosa com autora... nada contra o que ela disse, mas achei que ela não deu a atenção devida as suas perguntas, que foram maravilhosas... e dava pra ela falar um pouco mais... se expressar um pouco mais... se aproximar mais do leitor... a impressão é que tive é que ela estava com pressa em responder, enfim, foi o que eu senti, posso estar enganada. De qualquer forma... assim como ela... eu tenho vários textos comigo, que escrevi pra mim... já pensei em colocar alguns no blog, mas tenho vergonha... quando estou meio louca até coloco algo, mas o receio é bem mais forte... eu tenho vontade de ler o livro... sou completamente apaixonada pela capa... espero ter a oportunidade de ler em breve.. Xero!!!

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    2. Olá, tudo bem?

      Curto bastante a literatura fantástica.
      Confesso que não conhecia nada da autora e que só tinha visto uma coisa ou outra rolando no face sobre o livro e a capa do mesmo. Achei a sinopse atrativa, vou ler a resenha.

      Adorei a entrevista, a autora parece ser bem querida.

      Beijo!

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    3. Oiii meninas! Adorei conhecer um pouco mais a Ananda, conheço ela das redes sociais e estou esperando o meu chegar!! Mas todos que leram disseram que ela escreve muito bem, ansiosa aqui!
      Sucesso Ananda!!

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    4. Olá pessoal, adorei a entrevista. Já tinha lido algumas comentários sobre o trabalho da autora, mas confesso que ainda não conhecia ela. Achei super legal o carinho que ela tem para com os leitores e ser tão solícita com os mesmos.

      Abraços

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