Filmes e Séries: Hemlock Grove




Série: Hemlock Grove
Criado por: Eli Roth, Brian McGreevy, Lee Shipman, Danielle Paige
Transmitida pelo Canal:  Netflix.
Gênero: Terror
Status: Aguardando ansiosa a terceira temporada

Algumas famílias nascem destinadas a seguir uma tradição e os filhos acabam levando isso muito, muito a sério. Senão vejamos: dos oito filhos de Stellan Skarsgård (por ordem de idade: Alexander, Gustav, Bill, Valter, Sam, Elija, Ossian e Kolbjörn), sete estão envolvidos de alguma maneira com cinema, televisão, moda e artes.

Desses sete, três já foram – ou são – vampiros. Incluindo o pai. E todos já trabalharam com o pai. E o que isso tem a ver com Hemlock? Nada, só acho que é curioso em uma família tão grande três integrantes terem feito vampiros. Mas droga, isso foi “O” spoiler do milênio. Mentira!


Vamos tentar novamente. Stellan Skarsgård tem uma prole talentosa e de seus oito filhos, sete estão envolvidos direta ou indiretamente com as artes. É, bem melhor!


E agora sim, Hemlock Grove.
Sinopse Adoro Cinema: Hemlock Grove é um conto de mistério, assassinato e monstros que se passa em uma cidade da Pennsylvania. A série começa quando o corpo de uma jovem é encontrado em um velho moinho. Alguns moradores suspeitam de alguém que escapou da Torre Branca. Outros acreditam que o assassino pode ser Peter (Landon Liboiron), um adolescente de 17 anos que diz a seus colegas que é um lobisomem. Ou poderia ser Roman (Bill Skarsgård), um arrogante cheio de problemas. Enquanto o crime continua sem solução, os rumores se acumulam, e Peter e Roman decidem encontrar o assassino eles mesmos, confrontando as verdades indizíveis sobre eles mesmos e sobre Hemlock Grove.

Duas curiosidades antes de dar minhas impressões sobre o seriado:

A série é baseada no romance de Brian McGreevy, lançado em 2012. Como não li o livro, não posso dizer se é ou não fiel, porém o produtor Eli Roth garante que é 100% fiel. Mas está na minha lista. E a música tema de Hemlock foi composta por Nathan Barr, que também compôs as músicas de True Blood, onde o irmão do ator principal de Hemlock era um vampiro... Tá vendo, a pessoa tenta não dar spoiler, mas é impossível.

Depois de toda essa enrolação... O elenco é muito bom, vou abrir uma exceção para Famke Janssen, eu acho que ela é afetada demais, careteira demais, histriônica demais. E Mari, deixe todos os meus “demais”.

Mas você que está lendo minha resenha vai se perguntar: “Bel, sério!? Outro seriado de vampiros, lobisomens e aberrações? Você não tem vergonha na cara de indicar isso!?”. Não, eu não tenho, porque até agora só indiquei coisas boas. Não vou perder a mão justo agora.

A maneira como todos são apresentados é diferente da usual, sem medo de spoiler agora. Mas na primeira temporada eu vi a melhor transformação de um humano em lobisomem de todos os tempos. E olha que ver o Hugh Jackman (sim sim sim, eu consegui citar novamente o gostoso do Jackman em uma resenha, isso deve ser um recorde) se transformando em lobisomem é muito bom. A transformação de lobo em homem, que só é mostrada na segunda temporada é muito bem feita. Nojenta. Porém, é de aplaudir.

Para começar, não existem vampiros em Hemlock Grove, então se você estava com raiva da minha bola fora ao estragar um dos melhores mistérios de toda a primeira temporada, relaxa. Bill ou melhor Roman Godfrey não é um vampiro, ele anda durante o dia, toma sol, não se alimenta de sangue, come alho e principal, ainda está vivo.
“Today I have seen the dragon!”
Algo como “Hoje eu vi o dragão!”, isso é muito importante para todo o seriado e vários personagens falam isso o tempo todo na primeira temporada.

Dica: se você está esperando uma coisa fofinha como Teen Wolf, que eu detesto, esqueça. Hemlock é sujo e pesado. Tem violência, sangue, tripas e sexo. Mas uma coisa ele não tem: não há clichês no seriado. Existem os personagens maus? Sim. Mas eles não são maus. Existem os personagens bons? Claro. Que não. Existem donzelas em perigo? Oi?! Donzela?? Perigo??? Cara, tem uma matilha de seres extraordinários lindos e charmosos andando pela cidade. Não há donzelas em perigo. O que existe são periguetes correndo atrás do perigo. E quando o perigo e a escuridão são na forma de um arrogante e sombrio herdeiro semi falido, as mulheres enlouquecem e fazem qualquer coisa para flertar com a escuridão. Pena que elas são tão manipuladas por Roman, não entendeu o comentário? Eu explico. Ele tem um dom, ele é capaz de sugestionar as pessoas a agirem da maneira que ele quer.

E imitando Roman, vou sugestionar que vocês corram para assistir Hemlock Grove agora. Ignorem a Famke, mas reparem no figurino dela.

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8 comentários:

  1. Opaaaaaa!!! Simplismente adorei sua resenha Bebel.
    E fiquei doidinha pra assistir a série... Ando nessa vibe criminosa de seriados! rsrsrs

    Com certeza irei assistir ;)

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    1. Bruna, ao contrário de outras séries que me pegaram no trailer de lançamento (Chicago Fire, Chicag PD, Night Shift, Arrow) HG não me atraiu nem um pouco. Ainda estava intoxicada pelos livros e principalmente pelos vampiros e lobisomens de True Blood e achava que nada poderia superar aquilo. Mas aí um amigo recomendou, outro falou bem e caí! Sem contar que HG apresenta os melhores finais de temporada que já assisti.

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  2. Bel,
    Muito boa a resenha. Não conheço essa série, parece ser maravilhosa e você como sempre arrasando!!!
    beijosss

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    1. São vários os mistérios do seriado. A irmã do Roman é um mistério. O Roman é um mistério. A mãe dele é um mistério. A empresa da família é outro. E a cada episódio você acha que desvendou tudo e percebe que nada é o que você pensava que era.

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  3. Oi, tudo bom?
    Adorei, acho que vou asssitir!

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    1. Olá Gregório, bom ter você por aqui. Assista sim, é um seriado de mistério e suspense, com toques de terror não apavorante rsrsrs. Eu sei, eu sei, a definição é confusa, mas é bem próximo do que ele realmente é!

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  4. Adorei a resenha! Tenho que dizer que acabei de assistir a primeira temporada e fiquei com mais vontade ainda de continuar assistindo *--*

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    1. Cris, é um dos poucos casos que já vi de a segunda temporada ser melhor (ou tão boa) quanto a primeira!

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