Filmes e Séries: Glitch




Série: Glitch
Criado por: Tony Ayres (Devil’s Playground, The Slap) e Louise Fox (A Família Twist), a série é uma produção da Matchbox Pictures em associação com o canal ABC TV e com o apoio financeiro do Film Victoria e do Screen Austrália.
Transmitida pelo Canal: ABC1 (é gente, só na Austrália por enquanto)
Gênero: drama
Status: Estreante
Elenco: Beau (Aaron McGrath), James Hayes (Patrick Brammall, de The Moodys, Offspring) , Dra. Elishia McKeller (Genevieve O’Reilly, de Episodes), Kate Hayes (Emma Booth, de Cloudstreet, Underbelly), Paddy Fitzgerald (Ned Dennehy, de Peaky Blinders), John Doe (Rodger Corser, de Party Tricks, Puberty Blues), Sean Keenan (Cloudstreet, Puberty Blues), Policial Vic Eastley (Andrew McFarlane Devil’s Playground), Sarah Hayes (Emily Barclay de Please Like Me)

Sinopse IMdB: Quando James Hayes, um oficial de polícia na pequena cidade de Yoorana (Austrália), é chamado para atender uma chamada estranha mo cemitério local no meio da noite, ele faz uma descoberta que transforma seu mundo de cabeça para baixo. Seis pessoas foram inexplicavelmente ressuscitadas dos mortos em perfeita saúde.

E vamos sair dos grandes centros e dar uma olhada no que o mundo produz em termos de seriado?

Nada contra zumbis – eu gosto de The Walking Dead e Madrugada dos Mortos –, nada contra mortos que voltam à vida, mas depois de Les Revenants, Resurrection e Returned a coisa extrapolou. 


E aí que a Austrália, que muita gente só conhece por causa do Hugh Jackman (sim, sou apaixonada por ele, por isso sempre dou um jeito de citá-lo em todas as minhas resenhas); Chris, Liam e todos os outros Hemsworth; Simon Baker; Jai Courtney e Joel Edgerto, mostra sua cara. 

Bel, você não pretende citar atrizes? Não. 

Voltando... E aí a Austrália resolve lançar um seriado baseado em mortos que voltam vivos. Mas hein!? Você não disse que não ia falar de zumbis Bel!? Disse, mas não cumpri e daí!? E agora pare de me interromper.

A ideia de Glitch, do canal ABC1 – infelizmente não tem notícia que algum canal no Brasil está interessado, por enquanto – não é original, como ficou claro pelo parágrafo acima. Mas a maneira que eles conduziram o primeiro episódio é.

Pensando então, o que você faria se alguém que você ama muito e morreu voltasse para sua vida? Vivo! E sem memórias de coisas que acontecerem, tipo, como ele morreu ou mesmo que ele morreu. Essa é, basicamente, a ideia de todas as séries citadas. Em alguns casos, como em Les Revenants, o propósito só será revelado na segunda temporada, que talvez saia esse ano (ou não), três anos depois da primeira. Mas eles são franceses, então contam o tempo de maneira diferente.

Resurrection era tão confusa que cancelaram no meio da segunda temporada. Terminaram aos trancos e barrancos e ninguém entendeu bem o que estava acontecendo. E Returned é bem interessante, mesmo eu tendo assistido apenas dois episódios (de oito); mas não importa muito o que vou achar, ela já foi cancelada.

Glitch conta a história de um grupo de seis cadáveres, isso aí, eles morreram e foram enterrados, que levantam das covas e saem pela porta do cemitério como se tivessem apenas tirado uma soneca em um lugar não muito comum. Mas alguém vê e chama a polícia. Momento "eu não entendo essas coisas": o que a pessoa está fazendo passeando na porta do cemitério? Por que na hora que ela percebe mortos caminhando normalmente para fora do cemitério ela não corre para outro planeta? Não, ela calmamente pega um celular e liga para a polícia.

Passado o momento indignação com coisas que não acho normais...

O seriado é interessante e nós temos que descobrir porque os mortos voltaram e o que vai acontecer com os vivos, algo que nenhum dos outros deixou claro. Fora, como um branco racista, morto há mais de cem anos vai “conviver” em um mundo onde as pessoas que ele odeia têm os mesmos direitos que ele. Quer dizer, ele não tem mais nenhum direito porque ele está morto, mas você entendeu.

Vale uma conferida, com certeza, pena que só via streaming. 

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8 comentários:

  1. Bebel adoro quando vc corta a si mesma na resenha rsrsrs.
    não gosto de seriado de zumbi,geralmente tem muito sangue.
    Mas esse não me parece o caso né? o que mais gostei no que li foi (branco racista, morto há mais de cem anos vai “conviver” em um mundo onde as pessoas que ele odeia têm os mesmos direitos que ele) acho que esse ai vai morrer de novo kkkkkk de desgosto rsrsrs. Pena que não vou assistir por enquanto. Bjus

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    1. Pois é Fernanda, eu não sou muito fã de zumbis não. Mas AMO Walking Dead e tenho um carinho todo especial por Madrugada dos Mortos, aquele que o pessoal fica no telhado de um shopping atirando nos zumbis. Acho engraçadíssimo. O que me chamou atenção em Glitch foi a mesma coisa que me chamou atenção em Les Revenants: as pessoas estão mortas, quase todas foram enterradas (Les Revenants, nem todos os corpos foram enterrados) e de repente estão saindo das covas, VIVAS! Com saúde perfeita e sem ter a menor ideia de porque voltaram - ou não querem ainda contar essa parte ou realmente não sabem que são parte de um plano maior. Por definição Zumbis são mortos que caminham, eles estão definitivamente mortos e em estado de decomposição, em todos os seriados citados na resenha, os mortos estão vivos. Eles morreram e voltaram. Alguns são beeem bonitos rssrrsrs

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  2. Bebel,
    amei essa resenha, você foi autêntica rsrs
    Chamou minha atenção, como será a reação dessas mortas motas que voltaram e das pessoas vivas vendo os mortos vivos rs
    beijos

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    1. Sabe que eu me pergunto isso o tempo todo Daya? Qual seria a minha reação podendo encontrar novamente pessoas que eu amo e que já morreram? Primeiro eu surtaria, e não de uma maneira bonita. Depois aproveitaria muito esse reencontro. Eu acho! rsrsrsrs
      Gosto desses seriados que mexem com nossa cabeça!

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  3. Nossa que legal. Eu não gosto de zumbi. Mas achei esse uma história diferente mesmo... sem aquelas coisas deformadas... pessoas mortas vivas com aparência normal. Quando comecei a ler a resenha imaginei que as pessoas ressuscitaram depois de pouco tempo de morrer (não sei pq pensei isso) e elas iriam voltar para seus familiares que ainda estariam vivos. Mas quando você citou esse que morreu a 100 anos nossa... despertou muito mais minha curiosidade. Gostei! Beijao!

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    1. Pois é Andreza, o cara morreu 100 anos atrás. Para ele várias coisas que eram normais hoje são crimes, lá e aqui! E o cara é racista! Imagine esse cara vendo uma tevê de tela plana. Computadores pessoais do tamanho da mão. Carros elétricos. E sem nenhum parente que o ama para recepcioná-lo, para ajudar na adaptação. Acho que se os roteiristas souberem trabalhar a história dele, será a melhor de todo o seriado.

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    2. Verdade. Me chamou bastante atenção. Tinha alguém que ainda tinha familiar vivo?

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    3. Tirando o cara que estava morto a 100 anos, todos ainda tem família e amigos.

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