Resenha: Para Sempre Alice



Título no Brasil: Para Sempre Alice
Título Original: Still Alice
Autor(a): Lisa Genova
Editora: Nova Fronteira
Ano: 2015
Páginas: 288 (edição de 2015)




Para Sempre Alice conta a história de Alice Howland, uma mulher de 50 anos realizada profissional e pessoalmente, que descobre estar sofrendo de Alzheimer Precoce (considerado assim quando diagnosticado em pessoas abaixo dos 65 anos).

Alice é uma professora de renome da disciplina de Psicologia Cognitiva na universidade de Harvard, adorada pelos alunos e invejada pelos outros profissionais da área. Em sua vida particular, é casada com John, um cientista e pesquisador também bem sucedido, e tem 3 filhos: Anna, Tom e Lydia (a mais nova). Todos os filhos já são crescidos, com suas próprias vidas e empregos.



Os primeiros esquecimentos de Alice são informação simples do cotidiano - o horário e o dia de uma aula que deveria lecionar em um dia ou não enviar um email importante para uma revista no outro. O tipo de esquecimento que nem ao menos costumamos perceber a ocorrência e, caso descobertos, por nós ou por outrem, são atribuídos ao estresse e ao cansaço gerados pela correria do dia a dia.

É durante uma palestra, em que ela esquece de uma palavra extremamente básica, relacionada ao tema de uma aula que já deu milhares de vezes, que ela começa a se preocupar com os esquecimentos e a tentar avaliar o quão frequentes eles estão. Se muita certeza do que pode ter esquecido ou não, acaba justificando mais uma vez a situação em virtude do cansaço, mas aquele era apenas o começo de uma série de falhas desconcertantes.

Seu tempo de justificativas termina definitivamente quando se vê completamente perdida durante uma das corridas que realiza todos os dias pelo exato mesmo caminho. Ela sabe que está dentro do campus da universidade em que trabalha e que ele fica a poucas quadras de sua casa,  mas não consegue se lembrar que caminho seguir para poder fazer o trajeto de volta. Esse não era e nem tinha como ser encarado como um esquecimento normal.

Após uma bateria de exames chega o temido e inesperado resultado, Alice está com Alzheimer Precoce.

Negação, medo, vergonha, aceitação. O leitor acompanha e acaba passando por todas essas fases juntamente com a personagem através dos relatos detalhados transmitidos de forma brilhante, a cada página, sobre essa devastadora doença que maltrata não apenas o doente mas também seus familiares. Sofremos com cada um deles e somos tomados pelo profundo desejo de que aquilo tudo seja apenas ficção, que não aconteça com as pessoas de verdade. Nos vemos torcendo para que o Alzheimer e todas as reviravoltas que ele acarreta na vida dos personagens sejam apenas uma invenção da autora.

Mas o Alzheimer é uma doença de real, uma doença terrível e ainda considerada incurável, que Lisa Genova nos apresenta com maestria - possivelmente por sua bagagem de conhecimento na área, já que é uma neurocientista americana. 

Primeiramente, ainda desconhecida na área literária, a autora fez uma publicação independente deste, que era seu primeiro livro, em 2007. O livro foi ganhando notoriedade e em 2009 a Simon & Schuster adquiriu o direito de publicá-lo. Atualmente possui mais de 2 milhões de cópias vendidas, tradução em 31 línguas e acaba de ser lançado em versão cinematográfica com Julianne Moore, Alec Baldwin e Kristen Stewart, entre outros no elenco.




Um livro regado de informações onde se é possível encontrar não apenas etapas de evolução da doença, mas também informações sobre os conflitos vividos pelos pacientes, orientações para os familiares sobre como lidar com tudo, exames possíveis para diagnóstico precoce e remédios existentes para tentar amenizar os sintomas e retardar a evolução da doença. 

Um livro que é capaz de tirar lágrimas, principalmente daqueles que possuem parentes em igual situação, por sua precisão e realismo. Um livro que levei mais de 01 ano para conseguir encontrar porque chegou a ficar em falta na gráfica. Um livro que nunca mais vou esquecer... espero.


Meus ontens estão desaparecendo e meus amanhãs são incertos. Então, para que eu vivo? Vivo para cada dia. Vivo o presente. Num amanhã próximo, esquecerei que estive aqui diante de vocês e que fiz este discurso. Mas o simples fato de eu vir a esquecê-lo num amanhã qualquer não significa que hoje eu não tenha vivido cada segundo dele. Esquecerei o hoje, mas isso não significa que o hoje não tem importância.


Para ir ao site oficial da Lisa Genova, clique AQUI
Para saber sobre a ABRAz (Associação Brasileira de Alzheimer) e ter mais informações sobre praticamente tudo em relação à doença, clique AQUI.
Para o Instituto Alzheimer Brasil, clique AQUI.


***
Sinopse do SkoobPara Sempre Alice - Alice (no filme, interpretada por Julianne Moore) sempre foi uma mulher de certezas. Professora e pesquisadora bem-sucedida, não havia referência bibliográfica que não guardasse de cor. Alice sempre acreditou que poderia estar no controle, mas nada é para sempre. Perto dos cinqüenta anos, Alice Howland começa a esquecer. No início, coisas sem importância, até que ela se perde na volta para casa. Estresse, provavelmente, talvez a menopausa; nada que um médico não dê jeito. Mas não é o que acontece. Ironicamente, a professora com a memória mais afiada de Harvard é diagnosticada com um caso precoce de mal de Alzheimer, uma doença degenerativa incurável. Poucas certezas aguardam Alice. Ela terá que se reinventar a cada dia, abrir mão do controle, aprender a se deixar cuidar e conviver com uma única certeza: a de que não será mais a mesma. Enquanto tenta aprender a lidar com as dificuldades, Alice começa a enxergar a si própria, o marido (Alec Baldwin), os filhos (Kate Botsworth, Hunter Parrish e a queridinha de Hollywood, Kirsten Stewart) e o mundo de forma diferente. Um sorriso, a voz, o toque, a calma que a presença de alguém transmite podem devolver uma lembrança – mesmo que por instantes, e ainda que não saiba quem é.

Comente com o Facebook:

66 comentários:

  1. Eu já assisti o filme e, pelo o que você citou na resenha, ele é bem próximo da realidade que a autora quis passar no livro. É muito triste ver a progressão desse mal tão devastador e não poder fazer nada. Esse foi o sentimento que tive ao assistir ao filme, e creio que você também sentiu isso ao ler o livro (que por sinal, eu ainda não li). Mas espero ler futuramente.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Jéssica, esse é mesmo um livro que mexe com o emocional de quem lê. Em breve teremos uma resenha de Para Sempre Alice: Filme x Livro... Para receber as novidades existem duas formas:

      1) Você pode curtir o blog e receber um email sempre que tiver notícias
      2) Você pode curtir nossa página no FACE e ver as notícias por lá

      Tem gente que opta por curtir apenas uma dessas opções, tem gente que para prevenir e não perder nada opta por curtir os dois.rs

      De qualquer forma, seja bem vinda ao Blog e obrigada por seu comentário.

      Excluir
    2. Jéssica, ainda não vi o filme. Fiquei numa dúvida cruel entre ver ou não já que o livro em si me fez sofrer tanto. No final, resolvi que vou ver e postar a diferença entre eles, para que as pessoas que só estão vendo o filme possam saber se tem muita mudança ou não.

      Que bom que gostou da minha resenha! Tentei ser o mais precisa dentro do possível, sem dar spoilers.

      Excluir
  2. Já me emocionei lendo só a sinopse. Esse livro realmente mexe com a gente e nos faz apreciar mais as pequenas coisas. Coisas simples, mas que tem valores enormes. Talvez a incerteza te leve a segurança; o medo te leve a coragem...nem sempre o "adeus" é um "tchau", pode ser apenas um "até logo". Mas acima de tudo, um "Eu te amo" sempre será um "Eu te amo." Muitas vezes estamos cegos por aquilo que queremos, mas não apreciamos aquilo o que temos. Um toque, um sorriso, um abraço, coisas simples, mas podem eles mudar a alma. Sinceramente, esse livro tão espetacular nos traz a emoção e o aprendizado. Não devemos somente olhar no lado triste, mas olhar com equilíbrio, com uma perspectiva diferente, porque ao longo da vida, a única coisa que vamos carregar, será as lembranças. E pode parecer que elas sumiram ou se foram, mas não, elas estão apenas bem guardadas. Enfim, mas acima de tudo que esse livro transmite, é a persistência e a Fé de que no fim, vai dá tudo certo, porque as frustrações, desesperos e angústias que muitas vezes carregamos, nos faz fechar os olhos, quando na verdade, só precisamos abri-lo para enxergar melhor a solução e o q está à nossa frente. Quando parecer o fim, na verdade é apenas o recomeço. Ela teve que passar por diversas circunstâncias, mas sempre foi guerreira e é isso que me admira. Ela não só sentiu que as coisas simples tem valores extremos, mas também desfrutou disso.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Pamella Castro, é verdade. Essa é uma doença muito ingrata e ler sobre ela nos faz pensar um pouquinho mais naquilo que valorizamos e no que estamos deixando de valorizar em nosso dia a dia.
      Lembro que minha mãe dizia "estude minha filha, o conhecimento é a única coisa que ninguém tem como tirar"... Isso foi antes de descobrirmos a existência dessa doença, ela te rouba literalmente tudo, até a sua noção de quem você é. A partir daí, passei a dar mais valor para cada coisinha.

      Excluir
  3. Esse livro é emocionante demais (eu imagino). Assisti ao filme e chorei horrores. Imaginei eu com a doença, meus familiares... Me solidarizei muito com a personagem. ESse livro com certeza é para quem quer ter uma leitura mais sensível, mas informativa até, porque muita gente não sabe como a doença funciona e isso acaba tendo conflitos das pessoas que não entendem para com quem é portador. A minha avó está com princípio e já estamos tomando todos os cuidados, mas nunca deixando de sermos atenciosos e amorosos com ela. Porque ela se sente triste, por exemplo, não me reconhecer mais como neta. Enfim, eu espero poder ler esse livro em breve, aposto que me emocionará e me mostrará mais sobre a doença. Parabéns pela resenha. :)

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Anelise, eu gosto muito dos livros da Lisa Gênova exatamente por esse aspecto instrutivo que ele possui. Aprendemos muito sobre diversas doenças lendo suas obras, sou super fã da autora.

      Excluir
  4. UAU. Não sabia que o livro chegou a ficar tanto tempo em falta. Eu comprei ele ano passado e ainda não tive oportunidade de ler, mas também dispensei o filme, pois sempre prefiro ler o livro primeiro.
    Tenho certeza que a história vai arrancar lagrimas de mim facilmente, eu realmente sou muito emotiva e uma história realista assim é realmente muito emocionante.
    Adoreiiiiiiiii de verdade sua resenha, ela foi a primeira que eu li, e fico feliz pois isso prova que eu vou amar o livro

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Ele foi relançado com o surgimento do filme e passou a ser fácil achá-lo, mas eu fiquei sabendo dele antes do filme, bem antes e... Nossa... Era um sacrifício de achar. Cheguei a ver valores absurdos na OLX.

      Que bom que gostou da minha resenhei e espero que ame o livro.

      Excluir
  5. Mari,
    Eu não li o livro, mas vi o filme e fiquei bastante emocionada... imagina na leitura do livro!
    Uma história fácil para chorar e é uma doença tão injusta, esquecer as pessoas mais próximas!
    Parabéns pela resenha, MARAVILHOSAAAA
    beijos

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Esquecer as pessoas mais próximas é a parte onde as pessoas mais focam, mas também tem o que considero o pior, você por vezes pode esquecer quem você é. A doença também apresenta alucinações visuais e/ou auditivas para alguns, que juram ver pessoas e situações que não estão ali.
      Muito triste.

      Excluir
  6. Eu ainda não li esse livro mas tenho muita vontade!!! também quero ver o filme, mas claro, o livro vem primeiro.

    Parece ser muito emocionante e com um tema muito importante, já convive com pessoas com essa doença é algo muito triste.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Verdade Beatriz. A doença é arrasadora. No início tanto para o paciente, que nota que anda esquecido e se desespera, quanto para a família e cuidadores. Depois de um tempo o paciente entra em alfa e passa a ser muito mais pesado para os cuidadores, em suposição (porque não dá para realmente saber o que o indivíduo portador da doença está pensando), do que para o doente em si já que ele não nota mais que não lembra com tanta frequência e passa a considerar um esquecimento momentâneo (mais uma vez, supostamente).

      Excluir
  7. Oie!
    Nossa, só de ler a sua resenha comecei a ficar com o coração na mão. Eu não conheço ninguém da minha família ou próximo a mim que tenha essa doença, então não consigo imaginar o que sentiria quando precisasse ajudar alguém assim. O que me chamou a atenção no livro além da trama, é que é recheado de informações sobre a doença, algo de muita utilidade.
    bjks!
    http://www.historias-semfim.com/

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Verdade Carla. E todas as obas dessa autora são assim. Uma melhor que a outra!

      Excluir
  8. OI, Mari!

    Olha, a primeira vista eu não me interessaria muito pela história, mas lendo sua resenha, a forma que você abordou o livro com suas palavas e opiniões, mudaram minha visão. Acho que além da história emocionante, o livro tem uma gama de informações sobre a doença, e isso me deixou bastante curiosa. Amei sua resenha e a forma como a desenvolveu.

    Beijos,
    Dai | www.cheirodelivronacional.com.br

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Obrigada Daiane! Essa foi a primeira resenha que fiz para o blog, em 2015. Na época o blog ainda não possuía seguidores e qiase ni guerra a viu. Por isso voltamos a divulgá-la, porque é um livro que merece ser mais conhecido e comentado.

      Excluir
  9. Eu nunca li nenhum obra com este tipo de doença, e confesso que fiquei comovida só de ler sua resenha, imagina quando eu ler o livro. Que história linda e triste, não tenho ninguém próximo com essa doença, ainda bem, mas acredito que deve ser algo bem difícil de lidar.
    beijos
    www.apenasumvicio.com

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. É muito complicado Dessa. Acho que essa é uma das doenças que mais me assusta porque ela tira do doente o que mais importa: ele mesmo.
      Com o tempo a pessoa esquece quem são aqueles que ela amava, tudo o que construiu e, por vezes, atém que é ela mesma.
      Lemos tantas histórias de romance e fantasia... Um pouco de realidade, com um misto de bastante informação e aprendizado faz bem de vez em quando também.

      Excluir
  10. Olha eu estou começando a entrar agora nesse tipo de gênero sabe.
    Tenho até gostado bastante, porque é uma lição de vida para todos, principalmente como as pessoas enfrentam as dificuldades com esses problemas. Gostaria muito de ler esse livro, porque sua resenha ficou um espetáculo. Adorei a maneira como abordou sobre a trama. Me parece uma estória sensivel e tocante ao mesmo tempo =] Espero poder fazer a leitura dele assim que puder. Ainda não tinha nem lido resenha sobre ele e fiquei feliz de ter lido aqui.

    http://lovereadmybooks.blogspot.com.br/2016/01/renovamos-com-geracao-editorial-muita.html

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Que coisa boa de ouvir Silvana! Ele foi lançado em filme também, em 2015, e fez um sucesso relativo. Muitos gostaram, outros acharam "exagerado". Mas eu relevei esses últimos, porque eles não sabem o que dizem. O filme foi até bem levinho perto da realidade.

      Excluir
  11. Oii..
    Ainda não li o livro nem assisti ao filme,na verdade sobre o livro eu nem tinha me interessado muito em saber como era a estória,quando o filme foi lançado fiquei bem interessada mas sempre deixava passar..vou mudar isso e tanto vou ler o livro como ver também o filme.
    Infelizmente essa é uma doença desgraçada,minha madrinha teve e era de partir o coração vc ver uma pessoa que vc ama definhar tão rapidamente (mesmo sob tratamento)e como adoro a Kristen mais um motivo pra não deixar de assistir :)

    http://livroaoavesso.blogspot.com.br/2015/12/titulo-irmandade-perdida-autor-anne.html

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. É muito triste mesmo Anne. Você vê a pessoa ali, mas ao mesmo tempo ela não está mais ali, não é exatamente aquela pessoa com quem conviveu, não fala mais com você da mesma forma... Isso quando reconhece quem você é.
      Eu acho que essa obra veio em boa hora, para ensinar as pessoas a lidar melhor com a situação, a aceitar que não apenas o doente, mas os cuidadores também precisam de um suporte emocional.

      Excluir
  12. Li est elivro no ano passado e gostei bastante. A originalidade da história e a forma que a autora usaou para nos informar sobre uma doença que infelizmente, está sendo bem comum dentre as pessoas mais velhas. Deu bastante trabalho para eu encontrar para comprar também, até porque eu queria com a capa original, mas acabei comprando com a capa do filme. Gostei da adaptação que fizeram também para o cinema, acho que um complementou o outro.
    Meu Amor Pelos Livros
    Beijos

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Pois é Ivi, a capa anterior era muito linda, não é? Facilmente a minha preferida!
      Fico bastante feliz em saber que leu o livro e também gostou. É sempre um prazer trocar ideias com pessoas que também conhecem a obra.

      Excluir
  13. Oi, ainda não li o livro, ou assisti ao filme, mas já imagino que deva realmente ser muito emocionante, ainda mais se tratando de uma paciente relativamente jovem. Eu convivi com portadores de Alzheimer e acho que é uma doença devastadora, porque ela simplesmente apaga o individuo, lembro de conversar com a avó de uma amiga sobre o marido dela que era portador da doença e ela dizer que não se conformava de vê-lo daquela forma, ele que sempre foi um homem, tão culto, inteligente, adorava ler e conversar, havia se tornado um menino de 5 anos aprisionado no corpo de um idoso.
    Por isso acho muito válido que saiam mais livros e filmes sobre esse assunto, pois é sempre bom chamar atenção do público para prevenção a essas doenças.
    beijos
    Conversas de Alcova ♥

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Ainda não há nada que se possa fazer para realmente evitar a doença. Assim como o câncer, há como não aumentar as chances de ter, mas não como impedir que surja. Mas concordo com você, vale muito a pena ter mais obras como esta no mercado.

      Excluir
  14. Oiii!

    Eu assisti o filme e AMEI! não li ainda o livro mas quero muito! O filme me tocou demais, fiquei emocionada, encantada e tenho certeza que com a obra eu vou me emocionar mais ainda.
    Esse é um tema que não é tão trabalhado hoje em dia e eu espero que esse livro abra mais portas.

    Sua resenha está incrível!

    Beijinhos

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Eu meio que fiquei sem coragem de assistir ao filme após ter lido o livro. Achei que ele mexe tanto com a gente que tive a certeza que sairia do filme aos prantos. Preferi pular essa etapa.rs

      Excluir
  15. Ooi,
    Só de ler sua resenha eu já fico com um nó na garganta. Sua resenha está incrível e eu não sei como ainda não procurei esse livro para ler.
    Vitória Zavattieri
    Corujas de Biblioteca

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Então Vitória, aproveita e corre lá para ler. Não perca mais tempo! kkk

      Excluir
  16. Oi, sabe o tipo de livro e história que você escuta falarem muito, mas não vai atrás para saber do que se trata por desinteresse? Essa era eu em relação a Para Sempre Alice e isso acabou de mudar, porque caramba essa história realmente merece um tempo para ser lida ou vista e realmente parece merecer todos os comentários a seu respeito. Você conseguiu me fazer mudar de opinião e ir atrás de ler. O alzheimer não é nada fácil e ter ele cedo deve ser pior ainda. Amei, parabéns!
    Beijos
    - Bruna
    www.brookebells.com

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Nossa, Bruna... Obrigada! Muito feliz em saber que minha resenha fez você ter vontade de ler o livro e que irá procurar por ele para conhecer mais a fundo esta história. =)

      Excluir
  17. Oiee ^^
    Eu só fui conhecer esse livro quando vi que ele ganharia uma adaptação cinematográfica. Fiquei curiosa na hora...haha' Acho que nunca li um livro onde o personagem principal tem ou descobre ter Alzheimer, então a premissa me parece muito interessante, e, ao mesmo tempo, emocionante. Imagino que não seja um livro muito fácil de ler, não é?
    MilkMilks
    http://shakedepalavras.blogspot.com.br

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Olha, não é, mas é. É complicado de explicar... Ele mexe com o seu emocional, mas ao mesmo tempo ele pega bem leve com a doença. Mostra mais o desespero e agonia dos estágios iniciais e depois já pula para a fazer em que ela está em estágio avançado.
      Isso é até bom, em certo ponto, porque o leitor não sofre tanto. Mas para quem não conhece nada da doença, já é pesado o suficiente.

      Excluir
  18. Olá, tudo bem? Espero que sim. História muito linda, isso ninguém pode negar... Eu amei a premissa do livro e a capa simplesmente fascinante. Como eu sei que será dificil encontrar esse livro fico com a dica do filme, estava mesmo procurando algum filme legal para assistir no próximo fim de semana e agora já encontrei. Muito obrigada pela dica, amei a resenha e até mais, beijos...
    Sthe - Blog
    http://leesoncre.blogspot.com.br/

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi Sthefanie... Está tudo bem comigo sim, felizmente. Na verdade, hoje não é mais difícil encontrá-lo. Foi antes do lançamento do filme, agora é bem mais fácil. Você pode procurar para ler nas grandes livrarias que provavelmente irá encontrar.

      Excluir
  19. Oi Mari, tudo bem?

    Gostei bastante da sua resenha e imagino que seja um livro bastante emocionante, principalmente para quem tem parentes que está ou esteve nessa situação. Eu tive uma tia que teve Alzheimer e era bastante difícil tanto para ela, mas principalmente para a minha família, e acho que se eu lesse esse livro, poderia identificar várias situações parecidas com as quais ela viveu.

    Gostei do livro mostrar também informações uteis sobre a doença, como ela se manifesta, o que fazer para retardar um pouco o progresso, já que não tem cura. E realmente, dá para a gente se colocar no lugar daquela família e torcer por ela.

    Eu quero muito assistir ao filme, e assim que tiver a chance, ler o livro também.

    Beijinhos,

    Rafaella Lima || Vamos Falar de Livros?

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Rafaella, lamento pela sua tia... Essa é uma doença terrível!
      Tenho certeza de que você identificará várias coisas no filme e no livro, algumas explicações podem até surpreender pois talvez você não tenha identificado aquilo como um sintoma de estágio inicial e era. Eu me surpreendi com algumas.

      Excluir
  20. Oiii
    Eu adoro livro que nos deixam uma lição quando ele chega ao fim.
    Acho que são desses que eu mais gosto. Eu não sabia que o filme era a retratação de um livro. E agora que sei,vou ver o filme quando eu tiver a oportunidade de ler o livro.
    Espero que essa leitura aconteça logo,pois gostei muito da sua resenha,já me fez sentir um pouquinho do livro.
    Obrigada pela dica.
    Beijos.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Izabela, é sim. Quando esse filme saiu muita gente não se informou a respeito. Não sabiam que quem escreveu era estudada no assunto, nem que existia um livro no qual foi baseado. Soube de várias pessoas saindo do cinema e dizendo que as cenas seriam exageradas, mas isso foi fruto da ignorância... Elas não tinham ideia do quão pesada a doença é e não quiseram acreditar que o que estava na tela era apenas uma pequena parcela da realidade.

      Excluir
  21. Olá... Mari, tudo bem???
    Nossa!! Que resenha mais linda a sua ein....adorei... por mais que eu não tenha pretensão de ler o livro, tenho uma enorme vontade de assistir o filme... porque essa doença é complicada e triste, infelizmente tenho uma amiga em que sua mãe tem essa doença e que foi precoce, e ela sofre muito, porque não tem cuide dela, os outros filhos a abandonou e essa minha amiga largou trabalho e tudo para cuidar da mãe.. ela vive de caridade das pessoas... porque ela pode deixar a mãe sozinha... ela tem medo... as vezes a mãe dela parece bem... mas tem dias que ela nem se lembra que tem filhos... nem o nome.. enfim é muito dolorido de ver.... sua resenha ficou bem escrita e muito inspiradora... Xero!!!

    http://minhasescriturasdih.blogspot.com.br/

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. É muitíssimo pesado, não é? Triste... Acaba com o emocional das pessoas ver aquele ente querido definhar psicologicamente. Mas faz parte da vida. Alguns estudos feitos nessa área tem tido ótimos resultados. Acredita-se que não demora muito para acharem a cura. Conseguiram encontrar, já, formas de retardar o avanço da doença e se faça até em medicamentos experimentais testados em ratos que conseguiram estagná-la.

      Excluir
  22. Oi, flor!
    Eu assisti ao filme e me emocionei ao ver uma mulher tão jovem perder sua própria identidade, suas lembranças e sua família enquanto a doença avançava. Estava mesmo querendo ler o livro, mas não sabia se valia a pena... se trazia algo a mais, sabe? Agora fiquei ainda mais motivada a fazer essa leitura, porque sua opinião foi bastante consistente e completa. Deu-me todas as informações que ansiava. Quero ler e decidi que o farei ainda esse ano, com certeza.

    Beijos!
    http://www.myqueenside.blogspot.com

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Nossa, que informação maravilhosa Francine!

      Realmente o maior impacto do filme, para muita gente, foi a idade da protagonista e o fato dela ter o Alzheimer precoce, mas eu sinceramente não acho que seja menos triste em pessoas com mais idade... Até porque, elas tem mais memórias a perder e menor capacidade orgânica de recuperação de acidentes (no cado das quedas e falta de equilíbrio). Acho que as duas são igualmente terríveis, cada um com um enfoque maior ou menos em determinado aspecto.

      Excluir
  23. Olá
    Primeiro eu tenho que te agradecer por apresentar esse livro que é muito interessante para minha área de atuação, com certeza é um livro que irá me agregar muito.
    Achei muito legal a trajetória do autor, um desconhecido que lutou e conseguiu o reconhecimento para sua obra.
    PS: Amo essa atriz que faz o filme!
    bjs
    diariodeumapsicopedagoga.blogspot.com.br

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Mariana, preciso te contar uma coisinha básica... Eu bem conheço o seu blog já tem um tempo e amo as suas resenhas. Você sempre dá um toque psicopedagógico nelas, o que é diferentes e muito me agrada porque, acredite se puder, fiz essa pós também.rs.
      A autora é desconhecida apenas aqui, para nós, mas lá nos EUA já participou de diversas entrevistas televisivas e é amplamente conhecida em sua área de atuação e como escritora. Ela tem várias obras, todas ótimas e nesse estilo. Você vai amar.

      Excluir
  24. Ola lindona o fato do livro trazer informações sobre as etapas da doença é de suma importância, imagino como deve ser difícil essa doença para quem sofre e mesmo para familiares. Estou doida para assistir o filme, amei a resenha. beijos

    Joyce
    www.livrosencantos.com

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Obrigada Joyce! Veja sim e depois venha aqui contar para mim o que achou. Fico sempre curiosa para saber a opinião das pessoas a respeito da impressão delas em relação a uma obra que resenhei.

      Excluir
  25. Oi, tudo bem?
    Eu nunca li nenhuma história que abordasse essa doença, por isso fiquei animada e mais ainda ao saber que a autora criou uma história rica e bem desenvolvida. Tenho certeza que é uma história que ensina muito e emociona também, o tipo que eu gosto de ler, por isso marquei a dica.

    Beijos :*
    Larissa - srtabookaholic.blogspot.com

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Sim... Até porque a autora tem formação médica. Ela não estudou sobre o Alzheimer para trabalhar, mas para auxiliar na doença de um familiar, como relatou uma vez em entrevista e, ao perceber como era difícil ler e compreender sobre o assunto nos livros médicos optou por escrever algo mais direto e prático, para os leigos conhecerem o assunto ao menos um pouquinho.

      Excluir
  26. Alzheimer é a coisa de que eu mais tenho medo na vida, já que todas as irmãs da minha avó tiveram, e talvez por isso eu me interesse tanto por livros que tratem do tema. Gostei de saber que ele fala de tanta coisa, inclusive de exames para detecção precoce da doença... não sei se um dia eu teria coragem de fazer, mas é bom saber que existe essa opção. Acho que eu amaria essa leitura e que com certeza me incluiria entre as pessoas de quem o livro tira lágrimas.

    Beijo.

    Ju
    Entre Palcos e Livros

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Ju, entendo o seu medo e acho que ele é até natural em todas as pessoas que possuem familiares com essa doenças. Não vou negar que fiquei um pouco cismada após a leitura, prestando mais atenção aos meus esquecimentos e tal, mas descobri que sou apenas distraída mesmo, faço algumas coisas no automático e sem prestar tanta atenção (como "onde coloquei a chave de casa que não está na porta?").

      Excluir
  27. Olá!
    Adorei sua resenha.
    Acho essa doença a segunda mais cruel - porque a primeira é o câncer.
    Tenho muita curiosidade de ler Para Sempre Alice e tentar entender como a personagem lidou com isso, pois conheço muitas pessoas que portam essa doença e é cruel :(
    Beijos
    http://mileumdiasparaler.blogspot.com.br/

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. É tão difícil colocar em escalar de qual doença é pior porque existem tantas variáveis... O câncer, por exemplo. Acho muito cruel quando é em crianças, e quando a pessoa precisa fazer quimioterapia intravenosa. Acho apenas cruel quando a quimio é através de comprimidos, porque ela tem efeitos mais brandos, embora nada agradáveis.
      Mas... Ir perdendo a si mesmo, sua consciência de quem é como pessoa... Isso é sem palavras de tão triste. =(

      Excluir
  28. Olá!

    Eu não me interessei por este livro quando começaram a divulga-los. Só que aí saiu o filme - que tem a Kristen Stweart - e me empolguei, só que lendo algumas resenhas desse livro percebi que ele irá abordar um assunto delicado e emocionante, sendo que está ano eu estava tentando priorizar leituras mais leves, só que a premissa parece ser tão boa, que acredito, sim, que darei uma chance ao livro.

    Beijos,
    entreoculoselivros.blogspot.com

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Thayenne, vale a pena dar uma chance para ele, você não vai se arrepender. Além do que, ler só livro levinho acaba caindo na mesmice depois de um tempo. O bom é variar, ser eclética.rs.

      Excluir
  29. Sempre vi ótimas críticas sobre esse livro e ainda não tinha entendido bem por quê, mas seu texto sanou minhas dúvidas (sim, estou alienadinha... rs). Eu não sabia que a autora era neurocientista (e provavelmente pesquisadora da doença, para ter acesso a tantas informações sobre sintomas e tratamento). Já vi amigos sofrendo com seus pais e essa doença. Tenho parentes com ela, mas não em estágio avançado. Fico imaginando como é você esquecer tudo, sua vida inteira aos poucos... deve ser desesperador... Seu texto está maravilhoso, como sempre, Nana. Foi uma delícia de ler.
    Até + ver! Nu.
    As 1001 Nuccias | Curtiu?

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Nuccia, ela não chegou a pesquisar a doença para trabalhar, mas apenas quando um de seus parentes foi diagnosticado com a doença e ela ficou como auxiliar cuidadora. Mas aí ela pesquisou a fundo, e depois resolveu escrever de uma forma mais fácil para o público em geral compreender algumas coisas essenciais.

      Para quem esquece não é tão desesperador, apenas no início, enquanto a pessoa ainda tem alguns momentos de lucidez. Mas a verdade é que ela não sabe que está esquecendo... Para ela, o que ela lembra é a verdade e o que você fala não faz sentido.
      "Como assim ela não mora mais naquela cidade de 20 anos atrás? Ela estava lá ontem!". Ela lembra de estar lá no dia anterior, mas tem vinte anos que não pisa naquele lugar... Entende?

      Excluir
  30. Não tive oportunidade de ler esse livro ainda mas pude assistir o filme e com isso acompanhar as dificuldades vividas pela personagem e pela família. Acredito que o livro aprofunde ainda mais o tema e por isso tenho muita vontade de fazer essa leitura.

    Bjs, Glaucia.
    www.maisquelivros.com

    ResponderExcluir
  31. Oi Mari! ^^
    Acho essa doença terrível, ela arranca uma das coisas mais delicadas que cada pessoa tem: Lembranças, pensamentos. Acho muito triste tudo isso e por esse motivo acredito que ainda não tenha tido coragem nem de ler o livro ou de assistir o filme. Sei que quando fizer uma dessas duas coisas irei chorar muito.

    Beijos e até logo! ;)
    https://worldofmakebelieveblog.wordpress.com/

    ResponderExcluir
  32. Oi, tudo bem ?
    Sua resenha acaba de me deixar muito emocionada, escrevo este comentário com lágrimas nos olhos. Acontece que conheço a estória do livro e sempre me interessei, já tive várias oportunidades de compra-lo, mas sempre acabo adiando e comprando outra coisa.
    Na minha família a maioria das pessoas idosas adquiri a doença, tudo bem que isso quando estão bem velhinhas mesmo, como a minha avô que foi diagnosticada com 90 anos, hoje ela têm 98 e a doença só piora, transformando ela em um bebê. Além dela tem as irmãs dela que também estão com a doença, mas aos 50 anos , realmente deve ser duro.
    Enfim, está doença, com certeza faz parte da história da minha família e eu quero saber mais.
    Esse livro está no topo da lista agora.
    Beijos

    ResponderExcluir
  33. Oie Mari!
    Essa doença é terrivel neh, na literatura só li Diário de Uma Paixão, e estou muito interessada em ler esse livro. Todos sofrem por causa dessa doença, o paciente, familia, amigos, é muito triste. Com certeza é um livro muito emocionante e vou chorar horrores.

    ResponderExcluir
  34. Oi!
    Morro de vontade de ler esse livro, pois gosto muito quando os autores colocam uma história linda, porém triste, para informar os leitores de como é a realidade de quem tem Alzheimer , principalmente precoce, e ainda mais informar como é a vida para os amigos e familiares, como eles tem que lidar com tudo isso....
    Ele está na minha meta desse ano, espero conseguir ;)
    www.gordinhaassumida.com.br

    ResponderExcluir
  35. Oi, Mari!
    Só de ser com a Juliane Moore já deve ser um filmaço. Ainda tratando de um tema tão importante, já fiquei super curiosa. Não tenho nenhum caso próximo a mim, mas sempre me interesso por esse tema, tanto que pedi o livro Quem, eu? que fala da vovó Nilva. É uma doença triste, que muda totalmente a pessoa e exige paciência e amor dos que estão ao redor. Não sabia que esse filme era baseado no livro, agora quero ler e ver. :D
    Beijinhos!
    Giulia - www.prazermechamolivro.com

    ResponderExcluir
  36. Oiie,

    Esse livro <3 Ah, Para Sempre Alice. Comprei esse livro e devo ter deixado uns 2 meses na estante, não dei nada por ele, mas quando li, geeeeente mais chorei, chorei com a Alice quando ela teve o seu resultado, chorei quando as pessoas não entendia, chorei quando ela não conseguiu dar mais palestras, chorei quando ela não conheci mais ninguém. Esse livro me deu por ensinamento, para dá valor aos meus quanto eu consigo lembrar deles. E o filme? Chorei mais ainda.

    Parabéns pela sua resenha.

    Bjs

    ♡ Amantes da Leitura

    ResponderExcluir