Devaneios da Bel: A Garota dos Olhos Azuis



Título: A Garota dos Olhos Azuis
Título original: Blond hair, blue eyes
Páginas: 67
Autor(a): Karin Slaughter
Tradução: Carolina Caires Coelho.
Editora: HarperCollins Brasil
Ano: 2015
Gênero: Literatura Estrangeira / Romance policial / Suspense e Mistério

Sinopse HarperCollins: Uma linda garota caminha pela rua quando, de repente...Julia Carroll sabe que muitas histórias começam assim. Bonita, inteligente, dezenove anos e recém-chegada à faculdade, ela deve tomar cuidado. Mas, mesmo com todo cuidado, ainda está apavorada, porque várias meninas estão desaparecendo.Uma colega sua, Beatrice Oliver, desapareceu. Assim como uma moradora de rua chamada Mona-Sem-Nome. As duas sumiram no meio da rua, sem deixar vestígios.Julia não quer ser a próxima... Sua única saída é descobrir as razões por trás desses mistérios.A Garota dos Olhos Azuis é um emocionante e inesquecível prequel do best-seller da autora Karin Slaughter, Flores Partidas.

Um. Soco. No. Estômago.


A Garota dos Olhos Azuis é uma “prequel” ou uma abertura do livro Pretty Girls. Um conto bastante curto e, teoricamente, de rápida leitura. Teoricamente porque Karin não admite leituras ligeiras, as obras dela analisadas até o momento pedem uma concentração e atenção maior, para que seja entendida.
Julia Carroll é uma linda, linda, linda, linda, maravilhosa, menina de 19 anos, estudante de jornalismo, que além de ser linda, ajuda um abrigo de sem teto e atua como repórter no jornal da faculdade. Até que se torna obcecada com os desaparecimentos de jovens. Em comum apenas a beleza de cada uma. Julia começa uma profunda investigação, para fundamentar sua matéria, mas é ignorada por seu editor, por seus companheiros de trabalho, por seus – poucos – conhecidos. Até que ela se torna uma estatística.

Cantinho da Daya: Minha Vida (Não Tão) Perfeita - Sophia Kinsella


Título no Brasil: Minha Vida (Não Tão) Perfeita
Autora: Sophia Kinsella
Editora: Record
Ano: 2017
Páginas: 406

Oi, leitores!!!

Os livros da autora costumam ser marcados por boas risadas, não foi diferente com esse, mesmo regado de dramas, confusões e uma história de amor.

Cat foi criada no campo e depois resolveu tentar a vida em Londres. Ela sempre sonhou em ter uma vida maravilhosa na cidade grande, vivendo em grande estilo, cheio de amigos, emprego dos sonhos e um apartamento de luxo. Através das redes sociais, ela passava ter uma vida assim, mas a sua vida na verdade não era nada disso.

Ela fez o impossível para perder o sotaque do interior, morava muito longe do trabalho, precisava pegar transporte muito cheio e demorado, o flat era dividido com mais duas pessoas que não tentavam ter contato com ela. Amigos? Cat não tinha um, nem no trabalho.

Devaneios da Bel: Batman: Criaturas da Noite





Título: Batman: Criaturas da Noite
Título original: Batman: Nightwalker
Páginas: 256
Autor(a): Marie Lu
Tradução: Mariana Serpa
Editora: Arqueiro
Ano: 2018
Gênero: Literatura Estrangeira



Essa não será uma resenha técnica ou impessoal. Eu sou fã (fanática, obcecada, doida de pedra) do Batman. Coleciono quase tudo que é lançado sobre o personagem (só me recuso terminantemente a assistir Batman gordo, barbudo, bêbado e chorando).


Isso posto, vamos ao livro ilustrado Batman: Criaturas da Noite, de Marie Lu.
Primeiro sobre a autora – informações retiradas do site da Arqueiro e do Goodreads

Marie Lu é a autora das séries Warcross e Jovens de Elite e da aclamadíssima trilogia Legend. Ela se formou na Universidade do Sul da Califórnia e trabalhou como designer na indústria de videogames. Atualmente escritora em tempo integral, passa as horas livres lendo e jogando. Mora em Los Angeles com o marido e um cãozinho mestiço de chihuahua e corgi.

Devaneios da Bel: Dália Negra



Título: Dália Negra
Título original: The Black Dahlia (L.A. Quartet #1)
Páginas: 448
Autor(a): James Ellroy
Tradução: Cláudia Sant'ana Martins
Editora: Grupo Editorial Record
Ano:
Gênero: Suspense, Mistério, Drama, Literatura Estrangeira

Sinopse: James Ellroy, o maior escritor policial da atualidade, tem um passado tão barra pesada quanto o dos personagens de seus romances. O autor de Los Angeles — Cidade Proibida, Tabloide Americano, Noturnos de Hollywood e Meus lugares escuros foi um garoto sofrido nas ruas de Los Angeles. Sofria com o fracasso do pai e a devassidão da mãe. Mas tudo piorou muito quando ela foi encontrada morta, em um terreno baldio, com marcas violência sexual. James não escapou de um destino triste. Virou delinquente e viciado, vivendo como mendigo pelas ruas da Califórnia até descobrir a literatura. Impressionado pela morte da mãe, James transferiu traumas, preocupações e curiosidade para um assassinato muito parecido. Uma jovem encontrada em circunstâncias semelhantes com a de sua mãe, que ganhou manchetes de jornais como a Dália Negra. Obcecado, Ellroy pesquisou o caso a fundo. E, quando percebeu, estava com um romance prontinho em sua cabeça. Botou tudo no papel e o resultado foi Dália Negra, que agora chega às telas de cinema com direção de Brian de Palma e Josh Hartnett, Aaron Eckhart, Scarlett Johansson e Hilary Swank nos papéis principais. O romance é muito mais do que uma mera colagem criativa de fatos retirados dos jornais. Ellroy cria em torno do crime uma galeria de grandes personagens, a começar pelos dois detetives que investigam o caso, dois ex-pugilistas com problemas sexuais que lutam contra o próprio passado para solucionar os crimes. Mais ou menos como o próprio Ellroy. Tudo se passa em Los Angeles, logo depois da Guerra, um cenário sórdido e sem esperança que Ellroy recria muito bem. Juntando a isso jogos de política, perversões sexuais, drogas, violência e muita corrupção, Ellroy criou um policial antológico, que nem parece ser livro de autor estreante.

Primeiro: Dália Negra, Elizabeth “Betty” Short, realmente existiu. Foi uma mulher bonita, aspirante a atriz, que tinha 23 anos na época do assassinato e com um comportamento extremamente julgado em sua curta vida. Isso posto vamos ao livro.

James Ellroy construiu uma história pesada, suja, que revela para o leitor o pior do ser humano. Desde o julgamento sobre o comportamento e a vida de outras pessoas, até a crueldade de assassinos e criminosos comuns. A história em questão é centrada em dois policiais, homens parecidos, com motivos diferentes para desvendar o “crime do século” do qual são os investigadores principais: uma bela mulher, de moral duvidosa, encontrada morta, dividida ao meio, em uma calçada.

O crime real permanece em aberto até hoje, mais de 70 anos após acontecer. Das 60 pessoas que se apresentaram à polícia, confessando o assassinato apenas 25 pessoas realmente eram suspeitas e dentre essas apenas uma pessoa foi investigada, mas nada pode ser provado contra ele.

O livro é centrado em Dwight Bleichert e Lee Blanchard os responsáveis pela investigação, dois policiais honestos dentro do limite da polícia em finais da década de 1940.

Os homens, que a princípio parecem antagonistas, são amigos e convivem de forma harmoniosa, trabalhando em conjunto para desvendar o horrendo crime, até que Lee torna-se mais do que obcecado com o assunto, afinal ele teve uma irmã sequestrada e desaparecida.

Graças a pesquisa exaustiva realizada por Ellroy ao longo de vários e vários anos, temos um livro com uma dose de realidade assustadora, um recorte da sociedade norte-americana.

Escrito em primeira pessoa, com foco no ponto de vista de um dos detetives, o livro é empolgante para quem gosta de acompanhar investigações criminais e interrogatórios de suspeitos e a narrativa é bem estruturada, mesmo que lá pela página 200 e pouco ela dê uma caída. Depois o autor se encontra novamente o livro volta a empolgar.

Leitura mais do que recomendada.

Primeiras Impressões: Para Sempre Lara - Malu Simões


Título no Brasil: Para Sempre Lara
Autora: Malu Simões
Editora: The Books
Ano: 2017
Páginas: 230


Oi, leitores!!

Hoje vou trazer as primeiras impressões do livro Para Sempre Lara, da autora nacional Malu Simões.

Tudo começa com a viagem de final de ano de Lara e suas duas melhores amigas para os Alpes suíços. Elas estavam empolgadas com a viagem, ainda mais porque o namorado de Lara tinha terminado o namoro sem uma justificativa plausível e seria bom para tentar passar por essa fase difícil.